segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Yama Sádhaná - Lição da conduta humana e a moralidade.

O que não falar para ficar em paz consigo mesmo

O primeiro princípio de Yama é Ahimsa, (não-violência em sânscrito), é uma conquista interior. Precisa ser assimilada e praticada por cada um de nós. É uma atitude interna de suavidade que substitui a aspereza e agressividade das palavras e ações.
O Yoga nos ensina que é preciso discernimento, concentração e contemplação para falar de maneira apropriada. Não devemos falar sem ter a mente presente. Se falarmos descuidadamente, muitas vezes falamos o que não devíamos e nossas palavras causam problemas e desavenças.
Ao falar demais, sem discernimento, sem cuidado, nos tornamos desagradáveis e críticos. Desperdiçamos energia, ficamos ansiosos e inquietos. E até os parentes e amigos se afastam de nós.
Existe desarmonia e conflitos por causa das palavras. Muitas pessoas tagarelam muito, outras gritam. Algumas falam apenas para si mesmas e não querem ouvir o outro. Não têm paciência, andam sempre apressadas e focadas em si mesmas.
A filosofia do Yoga nos ensina como colocar esta prática da não-violência em nossa vida diária, em nossos relacionamentos, educando o corpo, a língua e a mente.


 
Contemple estes ensinamentos que podem lhe ajudar a viver bem com as pessoas, evitando brigas desnecessárias:
Saiba o que não falar
- Não seja violento nas palavras, no modo de falar e no tom da voz.
- Mantenha a calma e não entre na raiva.
- Fale com discernimento e gentileza.
- Evite fofocas, mentiras ou comentários maldosos.
- Nunca engane os outros.
- Não seja crítico.
- Evite ferir os sentimentos alheios.
- Não divulgue o segredo de alguém.
- Diga apenas o que beneficia os outros.
- Não culpe, não julgue e nem fale sobe os defeitos das pessoas.
- Fale sempre de assuntos bons, não perdendo tempo com conversas fúteis.
Falar com bondade, sem falar dos defeitos dos outros e adquirir a disciplinana fala são práticas para toda nossa vida. É muito importante desenvolver tolerância, paciência, compaixão para superar a violência, a raiva, e o impulso da agressividade.
Não adianta reprimir e conter a violência e sim, descobrir a afabilidade, exercitar a amabilidade, conquistar a suavidade. Com uma forte intenção e determinação, vamos conquistando a nós mesmos e alcançando sabedoria e gentileza
Seguir o sábio ensinamento de Emanuel, transmitido por Francisco Xavier : “Se não puder elogiar, cale-se”. Quantos conflitos, quanta desarmonia, quantas brigas são evitadas seguindo este conselho. Um elogio sincero aquece o coração do outro e melhora sua auto-estima.
Precisamos aprender com nossos erros. Aceitar quando falamos alguma coisa inapropriada em vez de ficar em uma atitude defensiva negando o fato. Aceitar as críticas construtivas dos outros para não cometermos os mesmos erros. Parar de reclamar e se lastimar. Parar de perturbar o outro repetindo sempre a mesma coisa. Ter momentos de silêncio em nossa vida diária.

Como disse o poeta indiano Tulsidas:
“As complicações são criadas pelo falar.
Os problemas são resolvidos pelo falar.
Ao se falar com discernimento pode-se ganhar bênçãos.
Ao se falar insensatamente, pode-se ficar louco.”

Para se relacionar melhor com os outros e praticar a não-violência na fala, contemple antes de falar:

O que vou dizer é verdadeiro?
É necessário dizer?
È o momento apropriado?
Pode ser dito de maneira apropriada?
Estou sendo bondoso, amável, educado, amigo?

Aplique esses conselhos dos sábios. Fale sobre os outros como se eles estivessem presentes ouvindo você. Fale como gostaria que falassem sobre você, com respeito, sem diminuir nem rebaixar ninguém. Controle sua fala e torne-se um mensageiro da paz!

Texto - Por Emilce Shrividya Starling

Uma ótima prática. Excelente Semana!
Namaskar...










quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Simplicidade !!!


"A minha vida está na minha arte e a minha arte sou eu mesmo" (Mário Quintana)


Às vezes a simplicidade está sob nosso nariz e não enxergamos...
Hospital psiquiátrico - O teste da banheira

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:

- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.

- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher !!!

- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?


Este email é dedicado a todos que escolheram o balde...rsrs

A vida tem muito mais opções do que achamos... E muitas vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos.

Namaskar!!!

Yoga Ganapati

domingo, 22 de agosto de 2010


Namaskar!!!

É com imenso prazer que convidamos a TODOS, já praticantes e os que ainda não praticam Yoga a desfrutar de um momento de Paz Interna, harmonia e equilibrio, em um retiro de Yoga, na Pousada Vrindava, localizada em Teresópolis nos dias 24,25 e 26 de Setembro.

As inscrições estão abertas. Vagas limitadas. Entre em contato: yoga.ganapati@gmail.com

Caso queira levar amigos, parentes, familiares estaremos de coração aberto!

Muita paz e muita luz!

Yoga Ganapatti

quarta-feira, 21 de julho de 2010

EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA - REIKI E ACUPUNTURA

ACUPUNTURA E REIKI AGORA TEM EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA

Pesquisadores avaliam efeitos e mecanismo de terapias alternativas em animais de laboratório
por Bruna Bernacchio







Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer (Ilustração: Matheus Lopes)
Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki.
Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo mecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.
Reprodução/ Shutterstock
Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico.
As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.
No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços. A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou.
Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.
"Acreditar também permite fluir" Aceita e agradece!!
Namaskar...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Citação inspiradora!!!

"Há dois tipos de pessoas: As que falam muito e dizem pouco, e as que falam pouco e dizem muito. Tente ficar no segundo time. Há menos competição. "
Krsna
Reflexão........
Meditação , o que não é !!
trecho extraído do fórum Yogabrasil
"O estado pleno de meditação pode ser desconhecido para mim. Não posso dizer como é, não sei dizer e assim, não posso ensinar. Muitas pessoas chamam coisas que "não são" meditação, de meditação. Então, não é uma questão de ser fácil ou difícil, é uma questão de saber quando não é. Mas nós todos sabemos que a meditação acontece no silêncio e no vazio da mente então, nós podemos falar sobre o que não é meditação.
O barulho da mente não é meditação. A visualização, a formação de imagens na mente, não é meditação. A concentração, não é meditação. A oração pronunciada verbalmente ou mentalmente, não é meditação. " a meditação existe quando não há o meditador".
Enquanto houver um centro comandando, não há meditação. Enquanto estamos querendo meditar, não meditamos porque enquanto houver desejo, seja ele de que tipo for, até mesmo um "santo" desejo, não há meditação. Enquanto houver esforço, compulsão, não há meditação.
A meditação é aquele estado que ocorre livre, espontâneo. Não é sonho, não é "viagem", pelo contrário, é a mais perfeita e sensível realidade.
A meditação só pode ocorrer no momento "agora", ela não serve nem ao passado e nem ao futuro, ou melhor dizendo, ela não existe nestas dimensões. Ela não existe no "tempo" que é passado ou futuro. Não existe método nenhum para a meditação porque ela é a benção de Deus para todos os homens, é a Graça que é de graça, é o canal com o eterno, com a sabedoria, com a fonte.
É a finalidade de toda a verdadeira religião, de toda a prática espiritual, de todas as artes orientais e das religiões nativas. Não existe "como" meditar. Nenhum mestre poderá nos "ensinar" a meditar. Ele poderá nos fazer compreender o que não é meditação e através desta compreensão, percebemos porque "não" meditamos.
Você precisa atingir um grau profundo de relaxamento consciente que se chama: atenção. Atenção, percepção ... meditação. Mas agora estamos falando em "provocar em nós" este estado, e portanto, ter a consciência dele.
Sobre os procedimentos básicos para que, talvez, ela ocorra, podemos falar porque nós os conhecemos. E estes procedimentos, inevitavelmente, passam por práticas físicas. As práticas físicas disciplinam o corpo e a mente, fazem a energia circular e desbloquear pontos chaves no corpo(chakras energéticos).
Precisamos deste fluxo de energia forte e saudável para que a meditação possa ocorrer. Um corpo indisciplinado, não sabe relaxar para poder meditar, o que não significa que, alguém , que nem sabe do que estamos falando, já não tenha experimentado este estado.
A meditação ocorre independente da nossa consciência. Apenas, não sabemos. Compreendendo este ponto, acho que estamos prontos para permitirmo-nos que ela aconteça.
Meditação é silêncio e solidão da mente, é a mente desacompanhada, irremediavelmente, incondicionalmente só ... É o estado de absoluta PUREZA mental , é o reino do céu que para ser penetrado, exige a pureza (inocência, ingenuidade, sutileza) de uma criança ... e TODO o ser humano tem direito à isto.
Reflita......
Mantra Universal do Tantra Yoga: BABA NAM KEVALAM
vídeo no Yotube.
Namaskar!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Papel do Yoguin



Papel do Yoguin


Uma ótima semana a TODOS!

Antes de qualquer reflexão entendamos alguns conceitos das palavras que irão surgir.


- Yoga

Síntese, unificação, união; método prático de redenção da alma humana.


-Yoguin

O praticante e aspirante da união. O yoguin está a caminho. O yogui já chegou.


- Yogui

Sábio, santo, que realizando o Yoga (união ou comunhão com a Divindade), redimiu-se de samsara.


- Samsara

O processo do mundo fenomênico, o ciclo dos nascimentos e mortes.


- Samadhi

Êxtase. Evolução.


Diante destes conceitos vamos à prática real. Leia e reflita, permitindo que seus pensamentos e sentimentos fluam.
O texto abaixo é de Pedro Kupfer- professor renomado de Yoga.

Viver é representar papéis. Não há existência sem cumprir deveres, realizar ações e obrigações. Somos mãe ou pai, filho ou filha, irmão ou irmã, etc. em cada uma dessas posições, cultivamos atitudes e modos diferentes de nos comunicar. A maneira em que falamos com nossos pais, por exemplo, é diferente da que usamos para nos dirigir aos nossos filhos.

Como filhos, cultivamos a gratidão em relação aos nossos pais, e isso se expressa na maneira em que falamos com eles. Como pais, somos responsáveis pela educação e formação dos nossos filhos, e essa responsabilidade também se manifesta nas atitudes e palavras que escolhemos para nos dirigir a eles. Representamos papéis no trabalho, na sociedade, na nação, no país, no bairro, em casa, o tempo todo.
Um papel é um dever, uma obrigação ou função que se cumpre na sociedade ou na família. Essas obrigações são chamadas vyavaharah em sânscrito.

O conceito de vyavaharah é muito importante dentro da filosofia do Yoga. Ele pode ser traduzido como responsabilidade, esforço ou dever cotidiano.
Obviamente, isso está vinculado com as maneiras corretas de agir, que sempre devem estar em conformidade com o dharma, o princípio da harmonia social e universal. Dentre as diversas conotações que esta palavra pode ter, há o esforço pela conduta reta, o esforço por falar sempre a verdade, etc. Num outro sentido, esta palavra também significa litígio, procedimento legal ou julgamento (por um tribunal).


Atores e papéis.
Embora nossa existência não dependa da representação de quaisquer papéis, nós não podemos fugir deles. Portanto, deveríamos permanecer cientes de que a nossa felicidade não depende de representar ou deixar de representar um dado papel. A personagem somente existe porque o ator existe. A existência do ator não depende da representação do papel. Comparemos os papéis que desempenhamos na sociedade com a situação do ator que representa diferentes personagens, através de dois exemplos ensinados por Swami Dayananda.


Caso 1: confusão entre o ator e o papel.
Digamos que o ator João representa o papel do operário Luiz. O roteiro da peça indica que o operário Luiz leva uns socos do capataz Bernardo, representado pelo ator Francisco. Porém, acontece que o João naquele dia está sem paciência e confunde as coisas. Aí, após o primeiro sinal de agressão por parte do capataz, o operário revida os golpes e machuca de verdade o ator Francisco. Finda a peça, o diretor vai tirar satisfações com o João, que responde: “revidei, por que não ia deixar que ele me batesse mais. Eu não levo desaforo para casa!”
Este é o típico caso da pessoa que, envolvida como está com os papéis que representa, esquece que ela não é nenhum desses papéis. O ator João não agiu. Ele apenas reagiu emocionalmente. O amigo leitor pode achar engraçada esta situação, mas isso já aconteceu de verdade numa encenação do épico Ramayana em Tamil Nadu, sul da Índia. O ator que representava o príncipe Rama enloqueceu e feriu com golpes de espada o ator que encarnava o demônio Ravana.


Caso 2: representação consciente de um papel.
Numa outra hipótese, o ator João, que faz sucesso e prosperou graças ao seu talento, representa o papel de um mendigo que sofre e chora. O ator pode sorrir e pensar para si mesmo enquanto derrama copiosas lágrimas: “Que felicidade! Estou chorando bem como nunca!” Apesar dos graves problemas vividos pela personagem, o ator não é atingido por esses problemas.
Ele sabe perfeitamente que a representação é uma representação e mais nada. No fim da peça, pendura as roupas do mendigo, veste as suas e sai alegremente para jantar com os amigos. As lágrimas ficaram para trás. Neste caso, João era plenamente ciente de estar apenas representando um papel. A consciência de si mesmo como João estava presente antes, permaneceu durante a encenação do sofrimento do mendigo e permanece depois que a peça termina.


Relacionamentos inteligentes.
Relacionamentos inteligentes se constroem pela descoberta do espaço que há entre quem nós somos e os papéis que representamos. A realidade de qualquer relação é que sempre há um fator variável e um constante. Desde seu ponto de vista, você é o invariável, e todos aqueles que nos relacionamos com você (inclusive eu, ao escrever estas linhas), mudamos constantemente. Essa pessoa invariável que você é assume diferentes atitudes, dependendo dos papéis que estiver representando. No entanto, se você fizer uma lista dos seus problemas, descobrirá que eles estão ligados unicamente a esses papéis. Em suma, objetivamente falando, você não tem problemas para chamar de seus. Os problemas são inerentes aos papéis que você representa, mas não são seus.Swami Dayananda ensina: “Se você tiver problemas como pai, filho, esposo ou esposa, você deve compreender que está confundindo a si mesmo com seus papéis. Se você confunde um papel com si mesmo, não há problema algum. Mas, se confunde a si mesmo com um papel, então, definitivamente, essa confusão vai levar você a um estado de sofrimento e desespero. Você precisa compreender que o Eu é livre de todos os papéis e situações, livre até mesmo da própria mente. Apenas com essa compreensão dos truques da mente você irá se tornar mestre dela, usando-a como um instrumento para aprender, para apreciar, para amar.”


A sala de Yoga é o lar do yoguin.
Dentre a infinidade de papéis que representamos, há um que é bem peculiar: o do yoguin, o praticante. Este não é um papel que você possa “representar”, como quem cumpre uma obrigação burocrática. Por definição, ser yoguin é renunciar conscientemente tanto às ações impulsivas quanto às mecânicas. Essa consciência se cultiva na prática de Yoga. Quando falo sobre prática, não estou me referindo à execução de técnicas, mas à reflexão sobre quem somos, o que inclui certamente a constatação de que os problemas não são nossos, mas estão vinculados aos papéis que representamos. Gosto de ver a sala de prática, esse espaço ao mesmo tempo sagrado e público, como um lar. Minha esposa e eu viajamos muito, indo de país em país, de cidade em cidade ou de praia em praia. Às vezes, durante longos períodos, não passamos mais do que duas noites no mesmo lugar. Porém, em cada lugar por onde passamos nos sentimos em casa, pois sempre visitamos salas de prática. Cada sala é diferente e única em si mesma, mas todas compartilham a mesma energia, já que são sempre construídas com esse intuito de servir como um templo para a reflexão. A sala é basicamente um lugar tranqüilo e seguro, onde o praticante pode “ensaiar” a arte de viver de maneira consciente. Podemos dizer que a sala é uma espécie de laboratório onde nos treinamos para a vida.
Assim, quando surge algum sentimento de fragilidade, raiva ou tristeza, apenas paramos o que estivermos fazendo e vamos para a prática, refletir sobre o que já sabemos sobre nós. Ao longo da prática, é normal nos sentirmos em paz e mais preparados para acompanhar o fluxo dos acontecimentos com tranqüilidade. Quando a ansiedade desaparece, conseguimos ver que o Eu não sofre. Desta maneira, nos desgrudamos dos nossos problemas e não mais tentamos fugir do presente.



Uma ótima prática!
Namastê!




quarta-feira, 23 de junho de 2010

REIKI e seus adjetivos próprios

Namastê!
Bom dia, sejam bem-vindos mais uma vez !!!


Agradecendo a mais um dia, por Tudo o que o Universo pode proporcionar ao seu momento presente, ao seu Agora, entenda um pouco mais dos próprios adjetivos e características relacionadas ao método de cura pelas mãos : Reiki.


A COR


A cor simbólica do Reiki é o VERDE que é a cor da cura, assim como do AMOR; haja visto sua correlação com o Chakra cardíaco; responsável pelo nosso amor incondicional e sistema imunológico.


É a cor principal da natureza e importantíssima no que diz respeito à espiritualidade. É a cor do equilíbrio entre o físico e o espírito imortal.


Seus ideogramas são feitos em dourado pois essa é a cor cósmica; Reiki é luz que nos leva de volta à grande luz.






O BAMBU

Da natureza o Reiki tomou como símbolo o bambu que, em sua simplicidade, resistência ao vento (quando enverga), vazio, retidão e perfeição, pode representar, metaforicamente o funcionamento da energia.

O bambu é flexível apesar de forte, ele reverencia o vento que o toca soprando, ele se dobra à vida mostrando-nos que quanto menos um ser se opuser à realidade da vida, mais resistente se tornará para viver em plenitude. O bambu é forte servindo para construção de embarcações, móveis e construções, ou seja, TODOS que receberam REIKI tendem a ficar fortes e resistentes.

Entre um nó e outro, o bambu é oco; como vazio é o espaço entre o céu e a terra, representando os que escolheram ser canais de Reiki, os quais passam a funcionar nesse vazio como verdadeiros "tubos" direcionadores de energia cósmica - os terapeutas reikianos.

Em algumas culturas africanas, o bambu é símbolo de alegria, da felicidade de viver sem doenças e preocupações e é interessante observar como essa simbologia tem a ver com os princípios do Reiki. (texto postado anteriormente)

No Japão, o bambu é uma planta de bos auspícios, ou sorte; pintar o bambu não é considerado só arte como também um exercício espiritual. Observe mais quando VOCÊ se deparar com um bambu.

A retidão sem igual do bambu, a perfeição de sua forma ao projetar-se para o alto, assim como seus nós, os quais representam diferentes estágios do caminho, caminho do meio espiritual, simbolizam o objetivo do nosso itinerário interior, o nosso crescimento e evolução em direção à meta.

AGORA faça um pequeno exercício de concentração, associe o bambu e os canais energéticos, Chakras, a sua coluna vertebral, e ao seu modo e hábito de vida atuais. Isso sem pensar que idade cronológica seu corpo está e o quanto de experiências você já vivenciou.

Exercício respiratório e consciência da cura:

Sente-se confortavelmente, no chão ou em uma cadeira, e observe a extensão de sua coluna.

Livre-se do peso dos ombros, apoie seus braços e mãos sobre o joelho, com a palma da mão para baixo, permita que sua respiração completa flua sem qualquer obstáculo entre a região do abdomen, coração, garganta até expirar suavemente pelo nariz.

Repita de forma consciente 3 a 5 respirações completas, visualizando a cor VERDE por toda a extensão de sua coluna vertebral.

Você irá se sentir mais tranquilo, mais aliviado, muito mais leve. Ao final, se você quiser, flexione seu tronco a frente de suas pernas, alongando toda a extensão da coluna vertebral, retorne lentamente e sinta a emoção de estar em contato com você mesmo, curta o MOMENTO PRESENTE.

Namastê!